5 Antes e depois surpreendentes

Muitas vezes entramos em apartamentos ou casas antigos e temos dificuldade em imaginar aquele espaço atualizado. Hoje separamos alguns projetos nossos onde podemos ver o antes e depois dos espaços e todo o potencial que ambientes que consideramos antiquados pode ter!

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Cozinha: de antiga a moderna

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Esta cozinha estava desatualizada, com os revestimentos e layout originais da época da construção do apartamento, nos anos 70. Também a tubulação de hidráulica e elétrica precisava ser revista, bem como a iluminação do ambiente potencializada, pois na época não era costume fazer forro de gesso e embutir luminárias direcionadas ao uso.

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No lugar do antigo tampo em inox, foi utilizado um tampo em pedra industrializada na cor branca com a cuba dupla embutida em inox. Mesmo demandando certos cuidados na utilização – este tipo de material pode manchar – a vantagem é enorme, pois a área de trabalho em tom claro deixa a preparação com os alimentos mais visível. Além disto, o ambiente ficou muito mais iluminado, permitindo o uso associado de alguns móveis em preto – desejo da moradora.

Banheiro com novos revestimentos

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Neste banheiro os azulejos decorados, as louças escuras e o box colorido absorviam muito a luminosidade do espaço. Também se fazia necessário atualizar o encanamento de água quente e fria e trocar todos os acessórios, como metais, duchas e torneiras.

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Foi proposto o uso de revestimentos em tamanho maior – no piso 60x60cm e nas paredes 60x30cm. Os formatos maiores ampliam o espaço por ter menos rejuntes e o acabamento retificado também deixa a superfície mais plana e os rejuntes mais estreitos. Usamos piso e paredes em branco com exceção da parede do box que recebeu um revestimento em cinza brilho ficando em destaque! Ainda no box, uma solução muito pratica é a abertura de um nicho na parede para uso como prateleira para os produtos. Este nicho deixa o espaço do box mais livre e menos perigoso que as prateleiras salientes. O box em vidro transparente também permite que toda a claridade passe para a área da pia.

Banheira mais confortável

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Este banheiro também estava muito antigo e desatualizado, mas o principal problema no espaço é que a banheira que existia não era confortável. Pequena e sem hidromassagem, ela era construída e revestida com o próprio revestimento das paredes o que a deixava fria e ergonomicamente inadequada.

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No tampo e na banheira utilizamos o mesmo mármore para garantir unidade visual ao espaço sem deixá-lo monótono. Sobre a bancada foi feito um armário de parede a parede, com portas de correr revestidas em espelho, para acomodar os itens mais utilizados no dia a dia. O aquecedor de toalhas elétrico fixo na parede é super útil para dias úmidos evitando mofo nas toalhas e é um luxo para quem gosta de se secar com uma toalha quentinha!

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O bidê foi retirado para aumentar o tamanho da banheira escolhida, que passou a acomodar duas pessoas.

Quarto colorido

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A proprietária deste quarto adora cor e também os seus

móveis antigos existentes. Mas o dormitório não estava agradando por estar

escuro e sem graça, notem como a pintura da parede era com aquela textura que foi bem usada nos anos 90 e que deixa um aspecto mais rustico ao ambiente.

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Utilizando praticamente toda a base de mobiliário existente, propusemos pintar com tinta tipo laca – executada por uma marcenaria, este tipo de pintura tem várias tonalidades e maior resistência – a cama e o criado mudo em um tom de lilás. Este foi o ponto de partida para o projeto do quarto. Com base nesta tonalidade, escolhemos o papel de parede que mistura verde, cinza e lilás de maneira bem suave, aplicado em meia parede, onde antes ficava a textura. Sob a janela, uma bancada de trabalho aproveita toda a luminosidade da janela e ainda acomoda os sapatos em portas de correr com frisos vazados que permitem a ventilação dos calçados.

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Outro móvel que foi reaproveitado foi o armário que permaneceu com sua estrutura original e teve as portas trocadas por portas de correr, que podem ser mais amplas – aumentando também a sensação de amplitude do espaço – e com os acabamentos branco e espelho, que também multiplicam a luminosidade.

Sala modernizada

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Esta sala de estar e jantar estava com o layout não satisfatório para os moradores. A televisão ficava muito alta, eles precisavam de um espaço para escritório e  também queriam que a churrasqueira não ficasse tão evidente no ambiente. Além disso, a lareira tinha um formato antiquado e as paredes e moveis muito brancos, deixando uma sensação de frio, faltava cor e aconchego.

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Propusemos o uso de mdf com acabamento amadeirado no mobiliário, associado a um tom fendi, trazendo mais aconchego para a sala. A televisão saiu de cima da lareira, ficando na parede ao lado e a lareira foi toda revestida com painéis amadeirado. Tivemos o cuidado de aplicar uma larga moldura de mármore na lareira para evitar o aquecimento dos painéis. A televisão fica em uma altura confortável para uso em sofá, estando instalada em média com o seu centro horizontal a 1,20m de distância do piso. O ventilador de teto foi substituido pelo split e a luminária de cupulas por um pendente em vermelho bem mais moderno!

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Na churrasqueira também usamos painéis em mdf cobrindo a boca da churrasqueira com uma porta que pode ser recolhida para a parte superior do painel com contrapesos. Esta solução deixa a sala livre de cheiros, vento e sujeira vindos da churrasqueira. As paredes coloridas em um tom de off White também trazem mais aconchego para o ambiente todo, compondo com o novo estofado, almofadas e pufe em tons de cinza azulado e as cadeiras e poltronas que já eram existentes e foram apenas trocados os tecidos dos assentos. Mudanças surpreendentes, não acha?

Fonte: Habitissimo

 

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Reforma Eleva Valor Do Imóvel Em Até 20%

Investir em pequenas reformas pode ser uma boa solução para quem está tentando alugar ou vender um imóvel. Com pequenas modificações, é possível causar uma primeira impressão mais positiva em moradores em potencial, diminuir o tempo de vacância e até mesmo negociar preços maiores.

Detalhes como pintura das paredes, revestimentos em bom estado e instalações hidráulicas e elétricas em dia podem valorizar até 20% um imóvel, segundo o gerente geral de locação e compra e venda da administradora imobiliária Apsa, Giovani Oliveira.

reforma

É possível gastar cerca de um aluguel e meio com coisas básicas. O imóvel é colocado no mercado com uma visibilidade e aceitamento maiores, e o valor gasto é recuperado no primeiro contrato de aluguel”, conta Oliveira.

A sensação de limpeza e de local “pronto para morar” é importante para os possíveis futuros moradores. Para o corretor de imóveis José Alberto de Vasconcellos, 2º vice presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-BA), o estado do imóvel é o segundo fator mais considerado pelos clientes, atrás apenas da localização.

O cliente pode até não comentar, mas sempre observa se o local está bem conservado, pintado, e se é de bom gosto”, comenta. O futuro morador busca a sensação de que não será preciso gastar muito tempo e dinheiro com reformas, no caso de quem vai comprar um imóvel.

Muitas pessoas desistem de apartamentos antigos com ótimas possibilidades por medo de reformas”, diz o arquiteto Vitor Dauster, do escritório Dauster Arquitetura. Já o possível inquilino não quer conviver com defeitos que não poderá mudar.

apto antigo

Segundo Dauster, futuros moradores estão dispostos a pagar mais caro pela tranquilidade de não precisar se preocupar com reparos e com a manutenção do apartamento. As instalações elétricas, por exemplo, precisam de atenção, sobretudo em imóveis antigos: “apartamentos antigos foram pensados para outra utilização de eletrodomésticos. Hoje temos mais TVs, além de computadores e máquinas de café, e precisamos de uma estrutura maior”, conta.

Ele recomenda que a fiação de imóveis antigos seja totalmente substituída, o que pode custar caro, cerca de R$ 30 mil para um imóvel grande. A economia de tempo e transtorno para futuros compradores poderia resultar em um preço mais alto nas negociações.

Outra solução que agrada tanto compradores quanto inquilinos é um procedimento simples: substituir as lâmpadas por modelos de LED. Mais modernas, as lâmpadas de LED são mais caras que outros modelos, mas compensam em durabilidade e economia, consumindo até cinco vezes menos que as incandescentes.

salas com led

Outra preocupação importante é a parte hidráulica. Vazamentos, por menores que sejam, podem passar uma impressão de que o imóvel não está em boas condições. Para locais alugados, Oliveira, da Apsa, recomenda que as instalações sejam revisadas uma vez ao ano: “Pode ser feita uma revisão preventiva da parte hidráulica, e a cada três ou quatro anos uma inspeção mais aprofundada, analisando também a parte elétrica, pisos e paredes”, sugere.

Fonte: A Tarde

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Perspectivas do mercado imobiliário em 2018

Neste ano, a saúde do mercado imobiliário brasileiro foi afetada pela crise econômica. Para quem olha de fora, o setor dá sinais de que está cada vez mais complicado encontrar compradores para casas e apartamentos. Isso acontece por conta do endividamento da classe C, além das altas taxas de juros e da baixa oferta de crédito.

O mercado imobiliário é um dos principais setores da economia e gera muitos empregos no país. Por isso, a perspectiva para 2018 é de que ele volte a receber novos investimentos.

Então vamos falar sobre as perspectivas para o mercado imobiliário no ano de 2018. Apresentaremos as principais tendências apontadas por especialistas. Confira!

Mercado imobiliário de 2018

Em tempos de crise, a tendência é de que o cidadão tenha mais cautela ao comprar. Dificilmente alguém compra sem antes pensar duas, três vezes. As pessoas avaliam muito ao se comprometer com grandes investimentos. Assim, o mercado imobiliário pode acabar esfriando seus ganhos.

Agora, quando a economia retorna ao rumo de crescimento, com a retomada de empregos e a estabilização financeira, o mercado imobiliário começa a ser novamente ativado.

Em nota, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) divulgou que está otimista com o crescimento do mercado imobiliário em 2018. Para o presidente do órgão, José Romeu Ferraz, a redução da taxa anual de juros básicos indica um aumento na atratividade das aplicações na caderneta de poupança, o que, por sua vez, amplia o acesso aos recursos de crédito imobiliário.

A previsão é de que a taxa Selic baixe para 8% no próximo ano. Essa previsão teve impacto imediato no setor financeiro. Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários e investimento do Santander, por exemplo, demonstrou confiança na retomada de crescimento do mercado imobiliário do país e afirmou que o pior momento da crise no setor já passou.

A recuperação do setor começou no segundo semestre deste ano, apesar de singela. Muito disso se deve ao programa Minha Casa Minha Vida, que registrou atualização de regras feita pelo Governo Federal. Agora, o limite da renda dos consumidores que podem adquirir uma propriedade pelo programa passou de R$ 6,5 mil para R$ 9 mil.

Apesar da estagnação do mercado, algumas construtoras e incorporadoras estão conseguindo manter seus lançamentos em dia. Luiz Antônio França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), acredita na possibilidade de retomada real do setor. No entanto, ele pondera que o crescimento depende de muitos fatores, como, por exemplo, maior estabilidade política no país. Além disso, é preciso que os impostos não aumentem, e é imperativo que o aumento da arrecadação venha a partir do crescimento da economia, e não do aumento da carga tributária.

2018

Um recente boletim de crédito do Banco Central divulgou que a concessão de financiamento imobiliário com recursos direcionados para pessoas jurídicas (empresas) caiu 51%, para R$ 1,058 bilhão em março de 2017, em comparação aos R$ 2,157 bilhões em março do ano passado. Isso aconteceu, pois a taxa inadimplência das pessoas jurídicas aumentou 1,4 percentual em um ano.

Afinal, como vimos, se a taxa Selic cair para um patamar mais baixo, a poupança tende a ficar bem mais atrativa com a queda dos juros e produzir recursos para o setor imobiliário. No entanto, o setor imobiliário não deve depender apenas desse fator. É preciso endereçar outras fontes de captação, como, por exemplo, a letra imobiliária garantida (LIG).

Em março de 2017, o volume de empréstimos com recursos da poupança para aquisição e construção de imóveis somou R$ 4,01 bilhões, crescimento de 36% no mês, mas 9,2% abaixo em relação ao mesmo mês de 2016, enquanto, no primeiro trimestre de 2017, os financiamentos imobiliários somaram R$ 10,06 bilhões, queda de 7,8% ao registrado no mesmo período do ano passado.

Nesse cenário, é importante que as incorporadoras e as empresas de construção civil repensem suas estratégias para fechar negócios, pois não é certo que a taxa Selic vá chegar a um dígito ou que a crise financeira vá passar e a taxa de desemprego diminuir. A torcida e a tendência, como vimos, é que isso aconteça. Assim, as pessoas vão ficar menos receosas com o desemprego e poderão gerar financiamentos imobiliários de longo prazo.

Outro ponto crucial para a economia do país são as eleições que acontecerão em 2018. O Brasil, passando por uma escolha política, precisa ponderar as estratégias financeiras, o que indica que muitos setores da economia podem renovar suas apostas nas novas tendências do setor.

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar 2017 em 3,2% e chegar a 4,3% em 2018, o que mostra que as perspectivas para o mercado imobiliário no próximo ano são otimistas. Afinal, a inflação reflete diretamente no poder de compra dos brasileiros e torna o investimento em imóveis mais atraente.

Apesar da crise e estagnação financeira, o mercado está confiante em relação à queda nas taxas de juros e à inflação do país. Para 2018, caso aconteça, as taxas de juros sendo reduzidas favorecerão o poder de compra do consumidor, estimulando a aquisição de imóveis enquanto o momento está favorável.

Além disso, a situação faz com que as incorporadoras pensem em estratégias para fechar negócios. Por isso, se você tem um negócio ligado a esse setor, como incorporadoras, imobiliárias ou fundos imobiliários, é importante estar preparado para a retomada do mercado, senão ainda neste ano, em 2018.

Portanto, é por isso que nós da Imobiliária Gabriel estamos a bastante tempo, mesmo em tempos de crise, investindo em melhorar os processos internos, otimizar a produtividade de sua equipe, definindo metas e objetivos e aumentando a sua já excelente rede de parceiros.

Fonte: EXAME

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Vai dar entrada em um imóvel? Saiba o que fazer!

Valor minímo corresponde a 10% do imóvel

O financiamento imobiliário é o aliado de boa parte dos brasileiros que querem comprar um imóvel – afinal, não é fácil dispor de um grande montante de dinheiro para pagar à vista um bem tão caro quanto uma casa ou apartamento. Apesar disso, não é sempre que os bancos aceitam financiar totalmente a compra. Com isso, botar a mão no bolso no início do negócio se torna necessário, e conseguir o dinheiro da entrada acaba se tornando um dos primeiros desafios financeiros do processo.

Se preparar para pagar a entrada de um imóvel exige planejamento e um ajuste minucioso nas finanças da família. “A fase de planejamento é a mais importante na compra de um imóvel, no sentido de evitar dissabores no futuro. E o primeiro passo é definir o valor do imóvel, partindo do pressuposto que quanto maior a entrada, menor é a prestação e a provação do financiamento”, afirma Leonardo Bastos, coordenador do curso de Ciências Econômicas do Centro Universitário Newton Paiva, de Belo Horizonte.

Quanto guardar – O primeiro passo para definir quanto é preciso guardar para dar entrada em um imóvel é estimar qual a faixa de preço do bem que será comprado. Isso porque, com exceção do programa Minha Casa Minha Vida, subsidiado pelo governo federal, as linhas de crédito imobiliário do mercado estabelecem que o valor de entrada de um imóvel novo seja de pelo menos 10% do preço total do imóvel. Na prática, quem deseja comprar uma casa de R$ 300 mil precisará ter disponível pelo menos R$ 30 mil quando fechar o negócio. A entrada de um imóvel novo de R$ 400 mil seria de pelo menos R$ 40 mil e assim por diante. Essa proporção, no entanto, não é fixa. “Definindo o valor que deseja assumir como valor final do imóvel, no mínimo 15% a 20% é uma quantia razoável para dar de entrada“, aconselha o professor.

Guardar dinheiro não é fácil, mas vale a pena fazer um esforço para dar uma entrada maior do que o piso estabelecido pelo banco. Isso porque quanto maior for a entrada, menor será o valor financiado e, consequentemente, menores serão as parcelas e os juros cobrados pela instituição financeira. Vale a pena, portanto, investir mais tempo, planejamento e recursos para dar um bom valor de entrada.

Como guardar? – Organizar a finanças e ter a entrada do financiamento como compromisso de longo prazo são os passos básicos para o processo. “Esse planejamento deve ser feito levando em conta reservas atuais, saldo de FGTS e quanto deve ser acumulado para chegar ao valor desejado. Em suma um planejamento financeiro familiar“, explica Bastos.

São muitas as variáveis envolvidas (renda e hábitos da família, faixa de preço do imóvel a ser comprado, valor da entrada) que poderão fazer com que demore mais ou menos tempo para se chegar à quantia necessária. As regras básicas, no entanto, são as mesmas. “Juntar dinheiro é habito e perseverança, para se conquistar algo maior na frente. Logo, abrir mão de práticas de consumo supérfluas é o primeiro passo. Enxugue seu orçamento ao máximo. Preservando obviamente momentos de lazer, afinal ninguém é de ferro“, diz o professor.

A poupança segue como a opção mais simples, popular e segura para guardar esse dinheiro. Sua atual taxa de rendimento, no entanto, é pouco convidativa para quem, de fato, quer ver o dinheiro render. Para isso, existem investimentos em renda fixa. “Sugiro investir em aplicações que remunerem acima da inflação, como letras do tesouro nacional ou aplicações de renda fixa mais simples, por exemplo“, indica o professor.

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Lembrando que temos uma parceira com a Caixa econômica federal, e temos também corretores de plantão, prontos para lhe esclarecer qualquer uma de suas dúvidas

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Caixa anuncia novas taxas para financiamento imobiliário

 

A Caixa Econômica Federal anunciou, na última terça-feira (8), uma redução de 0,25% ao ano na taxa de juros para pessoa física. Além disso, houve a diminuição da cota mínima de financiamento dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Essa redução será aplicada em todas as linhas de financimento imobiliário.

Para os clientes que forem comprar um imóvel novo, ou na planta, cuja a construção tenha sido financiada pelo órgão, e fizeram a opção de receber o salário pelo mesmo, o banco vai oferecer taxas de juros especiais, as mesmas oferecidas aos servidores públicos. Dessa maneira, as taxas passariam de 11,22% para 9,75%, para os imóveis que se encaixam no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Já para os imóveis que se encaixam no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), cai de 12,5% ao ano para 10,75%.nova-tabela

De acordo com a Caixa, essas medidas são um reflexo da diminuição da taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia). O objetivo é auxiliar no aumento da venda de imóveis novos de construtoras parceiras e também atrair novos clientes para a insituição, com condições especiais no financiamento imobiliário.

A Caixa disponibilizou R$ 93 bilhões para o crédito habitacional, neste ano, e já aplicou R$ 66,2 bilhões. A expectativa é aplicar R$ 26,8 bilhões até o final do ano.

Apoio à construção civil

Já para o segmento de pessoa jurídica, o banco diminuiu a taxa de juros em 1% ao ano em todas as suas faixas de relacionamento. Sendo assim, as taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) passam de 14% para 13%, já as Médias e Grandes Empresas (MGE), cairam de 13,5% para 12,5%.

O banco implantou também o sistema de taxa segregada por rating, para o segmento corporativo, que visa beneficiar as empresas com alto índice de relacionamento com a instituição. Com a medida, a redução de juros, de acordo com o relacionamento, pode chegar até 1,5% ao ano. Para empresas com rating A, a taxa deve variar de 12,5% para 11%. Para empresas com rating B e C, as taxas mínimas chegarão, respectivamente, a 11,5% e 12%.

Para imóveis enquadrados no SFI, o banco modificou a remuneração do Correspondente Caixa Aqui (exceto repasses), padronizando em 1% o valor do financiamento, com limite de R$ 2 mil nas operações do FGTS e sem limite para o SBPE.

Em tempo

Além da redução de juros e taxa especial, a Caixa promoveu melhoria de condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite mínimo de financiamento no SBPE passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. A medida busca atender o mercado de unidades habitacionais nessas faixas e vale para imóveis novos e usados, dentro do SFH e SFI.

O limite do SFH para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

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Financiamento: O que é e como calcular o INCC?

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Fonte: Asia Pacific Group.

Vai comprar um imóvel na planta e já tem o dinheiro todo para fazer o pagamento à vista? Ótimo! Neste caso você não precisa se preocupar com o INCC. Porém, se optar pelo financiamento, então essa pequena sigla passa a ser um fator de extrema relevância. É comum que muitos compradores a desprezem e depois tenham surpresas desagradáveis nas parcelas.

Bem, mas isso não acontecerá com você, porque hoje você vai entender direito sobre este assunto, inclusive saberá qual cálculo deve ser realizado para prever os valores adicionais que podem incidir nas quantias financiadas.

Faça um negócio consciente e evite dores de cabeça!

O que é INCC?

Calculado mensalmente pela FGV – Fundação Getulio Vargas, o Índice Nacional de Custos da Construção é utilizado como base para calcular os reajustes nos valores dos imóveis habitacionais em construção. Tais reajustes acontecem porque os preços dos materiais, mão de obra e matéria prima sempre sofrem alterações ao longo do tempo. Assim, a obra tem de acompanhar esse movimento.

De forma resumida, o índice nada mais é do que a inflação sentida pelas construtoras. Logo, é crucial observar que o valor do montante final do imóvel não será igual aquele contido no momento da assinatura do contrato de compra.

Por isso é tão importante planejar o seu financiamento. Só assim é possível ter certeza de que realmente você poderá (ou não) arcar com as despesas geradas.

VEJA TAMBÉM:

+ Dicas para investir em imóveis

+ Como agir com as prestações atrasadas do financiamento

+ 5 cuidados ao comprar um imóvel na planta

Como calcular o INCC?

Para fazer esse planejamento é preciso calcular as incidências do INCC sobre as mensalidades do seu imóvel. Veja um exemplo:

  • Valor total do imóvel: R$300.000,00
  • Valor de entrada: R$100.000,00
  • Valor financiado: R$200.000,00
  • Valor das parcelas: 200 parcelas de R$1.000,00 (sem considerar cobrança de juros bancários e outros encargos)

Considere a seguinte tabela:

  • Jan/2015: 0,70%
  • Dez/204: 0,25%
  • Nov/2014: 0,30%
  • Out/2014: 0,30%

Geralmente, o reajuste é baseado no índice de 2 meses atrás. Então, considere:

  • Mês de pagamento: Fev/2015
  • Mês de referência: Dez/2014
  • INCC de dezembro: 0,25%
  • Essa porcentagem será calculada sobre os R$200 mil
  • Saldo devedor: montante totalizará R$200.500,00
  • Parcelas: também sofrem aumento e ficam em R$1002,50
  • Após pagamento da primeira mensalidade: R$200.500,00 – R$1002,50 = R$ 199.497,50

Indo para o próximo mês, temos:

  • Mês de pagamento: Mar/2015
  • Mês de referência: Jan/2015
  • INCC de janeiro: 0,70%
  • Essa porcentagem será calculada sobre os R$199.497,50
  • Saldo devedor: montante totalizará R$200.893,98
  • Parcelas: sofrem aumento e ficam em R$1009,52
  • Após pagamento da segunda mensalidade: R$200.893,98 – R$1009,52 = R$ 199.884,46

Como pôde ser notado, o reajuste é feito sobre o saldo devedor e não sobre o valor total do imóvel. A cobrança segue até a quitação ou término da obra.

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Como agir com as prestações atrasadas do financiamento

FinanciamentoAo financiar um imóvel, é imprescindível se organizar para não atrasar o pagamento das parcelas. Ao atrasar prestações ou até mesmo deixar de pagá-las, sua dívida vai aumentando aos poucos e existe um risco altíssimo de você perder o imóvel. Portanto, anote nossas dicas de como agir com prestações atrasadas:

O que fazer nessa situação?

Você está sem dinheiro e não conseguiu pagar algumas parcelas do financiamento. E agora? O primeiro passo é procurar o banco contratado, a construtora ou imobiliária, e verificar quais opções de negociação estão disponíveis e quais se adaptam à sua situação financeira.

Entre as opções que você pode encontrar nesse caso, estão:

Incorporação de prestações: se você deve 4 prestações, por exemplo, incorporando-as, é possível pagar esse valor nas prestações restantes. O valor das prestações aumentam até o final do financiamento.
Pausa no financiamento: caso você já tenha pago no mínimo 11 prestações, é possível adiar a data de pagamento da 12ª prestação em diante. O valor da pausa será adicionado ao valor restante.
Aumento do prazo: existe a opção de aumentar o tamanho de prestações, para conseguir pagar o valor que você deixou para trás. Só não é possível passar 80 anos de quem está financiando.
Uso do FGTS: outra alternativa é utilizar o FGTS para abater até 80% do valor da prestação.

++DICAS PARA INVESTIR EM UM IMÓVEL

Dicas para não cair nesse tipo de situação

Para não ter problemas com o pagamento, atente-se ao contrato que você assinou junto ao banco escolhido. Preste atenção e verifique se existem cláusulas que falam especificamente sobre não pagar as prestações. Geralmente, nesse tipo de contrato, existem itens como condições do inadimplemento, sugestões de como pagar a dívida, desocupação do imóvel, entre outras informações.

++COMO USAR O FGTS PARA COMPRAR UM IMÓVEL

Lembre-se: a partir da terceira parcela não paga, o banco pode iniciar o processo de execução do contrato habitacional. Ou seja: tente quitar a dívida o mais rápido possível ou vá ao banco tentar uma negociação antes de chegar à quarta parcela atrasada. Ser um bom pagador é muito vantajoso, já que, futuramente, você pode solicitar taxas de juros menores. Então, lembre-se de manter as contas em dia e programe-se na hora de financiar o imóvel!

Quer morar ou investir em uma cidade em pleno crescimento?

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Passo a passo para financiar seu imóvel

Financiamento de ImóvelComo já abordamos anteriormente, o financiamento de um imóvel através de um banco pode ser feito, basicamente, de três maneiras: com a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), ou ainda, o financiamento direto com a construtora. Agora falaremos sobre o passo a passo que você deve seguir para financiar o seu primeiro ou próximo lar! Confira:

1) O primeiro passo é acessar os simuladores de financiamento de diversos bancos, disponíveis na internet. Você também tem a opção de ir à uma agência e conversar diretamente com o gerente. Aproveite para simular o valor máximo de financiamento, prazos e prestações.

2) Depois de fazer as simulações e ver qual crédito cabe melhor no seu bolso, é hora de conhecer a documentação necessária para que seu financiamento seja aprovado. Cada tipo de linha de crédito exige um trâmite diferente, porém, os básicos são: RG (Carteira de Identidade), original e cópia, CPF (Cadastro de Pessoa Física), original e cópia, comprovante de estado civil, cópia e original e comprovante de renda, original e cópia.

3) Com os documentos em mãos, vá a uma agência bancária de sua preferência e converse com o gerente. Aproveite esse momento para tirar todas as suas dúvidas! Nessa etapa você também deverá informar se irá utilizar o crédito do seu FGTS. Feita a proposta, o banco irá analisar e informará a aprovação do crédito.

4) Com o crédito aprovado, o banco iniciará o processo de vistoria, isto é: fará uma avaliação técnica de engenharia e jurídica do imóvel que você escolheu. A avaliação é feita para a sua segurança e é normal que outros documentos sejam solicitados, principalmente do imóvel e/ou do vendedor.

5) Com a documentação em dia e aprovada, o banco agendará a assinatura do contrato!  Depois, você deverá registrá-lo no Cartório de Registro de Imóveis. Assim que estiver registrado, o contrato deverá ser entregue ao banco para que o dinheiro seja liberado na conta do vendedor. Em geral, isso é feito através de depósito em conta corrente, ordem de pagamento ou DOC, em até cinco dias úteis.

PRONTO! Agora é só pegar as chaves, reunir a família e comemorar!

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Como funciona o financiamento da casa própria?

Casa própriaComo já falamos nesse post conquistar uma casa própria é, sim, um sonho possível! Uma das formas mais comuns para atingir esse objetivo é o financiamento habitacional.

Trata-se de uma prática conhecida e difundida no ramo imobiliário: quando alguém compra um imóvel (casa ou apartamento), novo ou usado, e faz um “empréstimo” com um banco para realizar o pagamento.

Basicamente, os financiamentos são feitos pelos bancos – que pagam ao vendedor do imóvel a quantia que quem compra quer financiar – e, a partir daí, o comprador deverá pagar (através de parcelas já estipuladas) o banco que quitou a dívida.

Condições de financiamento

Diversos bancos oferecem financiamentos. Fique atento às condições de pagamento, como: taxas de juros, duração dos contratos e quanto do valor do imóvel poderá ser financiado.

Tipos de financiamento

O financiamento para compra de seu imóvel pode ser realizado com a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Há também a opção de financiamento direto com a construtora.

Depois de escolher um deles, basta ir até uma agência e conversar com um gerente para iniciar as etapas que permitirão a liberação do crédito.

Para isso, você precisará de alguns documentos, como:

  • RG (Carteira de Identidade), original e cópia
  • CPF (Cadastro de Pessoa Física), original e cópia
  • Comprovante de estado civil, cópia e original
  • Comprovante de renda, original e cópia

 

Confira algumas dicas e observações da Revista Época sobre imóveis financiados:

  1. Compare as condições oferecidas pelos bancos
  2. O sistema de prestações decrescentes é o mais vantajoso
  3. Os bancos que têm parceria com imobiliárias nem sempre oferecem os melhores negócios
  4. O valor total a pagar pode variar até 30%
  5. O aporte inicial pode ser mais elevado em certos bancos
  6. O valor da primeira prestação pode enganar o comprador
  7. É possível incluir impostos e taxas no crédito
  8. O prazo máximo do crédito pode variar dez anos
  9. A idade do mutuário afeta o valor das prestações
  10. Dá para cortar o custo com a migração para outro banco

 

Quer saber mais sobre o financiamento da casa própria? Entre em contato com a Gabriel Imobiliária! Teremos muito prazer em atendê-lo!

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