Limite para financiar imóvel com FGTS poderá ser prorrogado

Limite de 1,5 milhão de reais estava previsto para acabar no fim deste ano

O limite de R$ 1,5 milhão para o financiamento de imóvel com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), previsto para acabar no fim do ano, poderá ser prorrogado, disse hoje (19) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Em café da manhã com jornalistas, ele informou que o governo está estudando a medida.

“Há uma boa possibilidade de prorrogar o limite se a questão for analisada”, declarou o ministro. Responsável por regulamentar a questão, o Conselho Monetário Nacional (CMN) – formado por Meirelles, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn – se reunirá na próxima quinta-feira (21).

Em fevereiro, o CMN tinha elevado para R$ 1,5 milhão o teto de imóveis que podem ser financiados com recursos do FGTS em todo o país.

Até então, o fundo poderia ser usado para financiar a compra de unidades de até R$ 800 mil, na maior parte do país, e R$ 950 mil no Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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Meirelles também confirmou que o governo discute a elevação, para R$ 1 milhão por investidor, do limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) pelos próximos quatro anos.

Criado em 1997 para proteger clientes de bancos que quebram, o FGC atualmente só cobre investimentos de até R$ 250 mil por pessoa.

Pela proposta aprovada ontem (18) pelas instituições financeiras que contribuem para o FGC, a cobertura subiria para até R$ 1 milhão por investidor, limitada a R$ 250 mil por instituição financeira.

Dessa forma, quem tiver quatro investimentos de até R$ 250 mil em quatro instituições diferentes estará garantido.

Para entrar em vigor, a decisão precisa ser homologada pelo Conselho Monetário Nacional. Segundo Meirelles, o CMN terá de analisar a capacidade do fundo de honrar os compromissos.

No entanto, ele disse que um eventual pagamento de R$ 1 milhão a vários investidores seria uma situação extrema e só ocorreria em meio a uma crise de grandes dimensões no sistema financeiro.

“Para que isso [o limite de R$ 1 milhão] seja atingido, seria necessária uma crise sistêmica de grandes dimensões. Só se falirem todos os grandes bancos. Há décadas que isso não acontece e são eventos raros. Não vejo risco de isso acontecer hoje. Os bancos brasileiros são sólidos e cumprem, com folga, os requisitos de capital mínimo”, concluiu o ministro.

Fonte: Exame

Perspectivas do mercado imobiliário em 2018

Neste ano, a saúde do mercado imobiliário brasileiro foi afetada pela crise econômica. Para quem olha de fora, o setor dá sinais de que está cada vez mais complicado encontrar compradores para casas e apartamentos. Isso acontece por conta do endividamento da classe C, além das altas taxas de juros e da baixa oferta de crédito.

O mercado imobiliário é um dos principais setores da economia e gera muitos empregos no país. Por isso, a perspectiva para 2018 é de que ele volte a receber novos investimentos.

Então vamos falar sobre as perspectivas para o mercado imobiliário no ano de 2018. Apresentaremos as principais tendências apontadas por especialistas. Confira!

Mercado imobiliário de 2018

Em tempos de crise, a tendência é de que o cidadão tenha mais cautela ao comprar. Dificilmente alguém compra sem antes pensar duas, três vezes. As pessoas avaliam muito ao se comprometer com grandes investimentos. Assim, o mercado imobiliário pode acabar esfriando seus ganhos.

Agora, quando a economia retorna ao rumo de crescimento, com a retomada de empregos e a estabilização financeira, o mercado imobiliário começa a ser novamente ativado.

Em nota, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) divulgou que está otimista com o crescimento do mercado imobiliário em 2018. Para o presidente do órgão, José Romeu Ferraz, a redução da taxa anual de juros básicos indica um aumento na atratividade das aplicações na caderneta de poupança, o que, por sua vez, amplia o acesso aos recursos de crédito imobiliário.

A previsão é de que a taxa Selic baixe para 8% no próximo ano. Essa previsão teve impacto imediato no setor financeiro. Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários e investimento do Santander, por exemplo, demonstrou confiança na retomada de crescimento do mercado imobiliário do país e afirmou que o pior momento da crise no setor já passou.

A recuperação do setor começou no segundo semestre deste ano, apesar de singela. Muito disso se deve ao programa Minha Casa Minha Vida, que registrou atualização de regras feita pelo Governo Federal. Agora, o limite da renda dos consumidores que podem adquirir uma propriedade pelo programa passou de R$ 6,5 mil para R$ 9 mil.

Apesar da estagnação do mercado, algumas construtoras e incorporadoras estão conseguindo manter seus lançamentos em dia. Luiz Antônio França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), acredita na possibilidade de retomada real do setor. No entanto, ele pondera que o crescimento depende de muitos fatores, como, por exemplo, maior estabilidade política no país. Além disso, é preciso que os impostos não aumentem, e é imperativo que o aumento da arrecadação venha a partir do crescimento da economia, e não do aumento da carga tributária.

2018

Um recente boletim de crédito do Banco Central divulgou que a concessão de financiamento imobiliário com recursos direcionados para pessoas jurídicas (empresas) caiu 51%, para R$ 1,058 bilhão em março de 2017, em comparação aos R$ 2,157 bilhões em março do ano passado. Isso aconteceu, pois a taxa inadimplência das pessoas jurídicas aumentou 1,4 percentual em um ano.

Afinal, como vimos, se a taxa Selic cair para um patamar mais baixo, a poupança tende a ficar bem mais atrativa com a queda dos juros e produzir recursos para o setor imobiliário. No entanto, o setor imobiliário não deve depender apenas desse fator. É preciso endereçar outras fontes de captação, como, por exemplo, a letra imobiliária garantida (LIG).

Em março de 2017, o volume de empréstimos com recursos da poupança para aquisição e construção de imóveis somou R$ 4,01 bilhões, crescimento de 36% no mês, mas 9,2% abaixo em relação ao mesmo mês de 2016, enquanto, no primeiro trimestre de 2017, os financiamentos imobiliários somaram R$ 10,06 bilhões, queda de 7,8% ao registrado no mesmo período do ano passado.

Nesse cenário, é importante que as incorporadoras e as empresas de construção civil repensem suas estratégias para fechar negócios, pois não é certo que a taxa Selic vá chegar a um dígito ou que a crise financeira vá passar e a taxa de desemprego diminuir. A torcida e a tendência, como vimos, é que isso aconteça. Assim, as pessoas vão ficar menos receosas com o desemprego e poderão gerar financiamentos imobiliários de longo prazo.

Outro ponto crucial para a economia do país são as eleições que acontecerão em 2018. O Brasil, passando por uma escolha política, precisa ponderar as estratégias financeiras, o que indica que muitos setores da economia podem renovar suas apostas nas novas tendências do setor.

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar 2017 em 3,2% e chegar a 4,3% em 2018, o que mostra que as perspectivas para o mercado imobiliário no próximo ano são otimistas. Afinal, a inflação reflete diretamente no poder de compra dos brasileiros e torna o investimento em imóveis mais atraente.

Apesar da crise e estagnação financeira, o mercado está confiante em relação à queda nas taxas de juros e à inflação do país. Para 2018, caso aconteça, as taxas de juros sendo reduzidas favorecerão o poder de compra do consumidor, estimulando a aquisição de imóveis enquanto o momento está favorável.

Além disso, a situação faz com que as incorporadoras pensem em estratégias para fechar negócios. Por isso, se você tem um negócio ligado a esse setor, como incorporadoras, imobiliárias ou fundos imobiliários, é importante estar preparado para a retomada do mercado, senão ainda neste ano, em 2018.

Portanto, é por isso que nós da Imobiliária Gabriel estamos a bastante tempo, mesmo em tempos de crise, investindo em melhorar os processos internos, otimizar a produtividade de sua equipe, definindo metas e objetivos e aumentando a sua já excelente rede de parceiros.

Fonte: EXAME

Dicas para se precaver de golpe em Aluguel de Temporada

Alugar imóveis é econômico e garante maior liberdade nas férias, mas é preciso se precaver de golpistas que atuam, principalmente, pela internet.

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Gastos menores e maior liberdade e privacidade são algumas vantagens que levam muitas famílias e grupos de amigos a alugar imóveis por temporada, seja na praia ou mesmo na região. Com a chegada do fim de 2017 e a proximidade de um novo ano, as ofertas surgem de todos os lugares e é preciso estar atento para não transformar em dor de cabeça um período que era para ser somente de tranquilidade e lazer.

A principal dica é ter cautela e desconfiar de preços muito abaixo dos praticados pelo mercado, especialmente se a locação for negociada direto com o proprietário.

Dicas importantes:

– Se possível, procure uma imobiliária tradicional e de confiança.

– Desconfie de preços muito abaixo do mercado.

– Busque recomendações com parentes ou amigos.

– Por meio de ferramentas como o Google Street View, certifique-se das condições da fachada, a distância informada de agências e atrativos como o comércio e restaurantes no entorno.

– Se for alugar um apartamento, entre em contato com a administradora do condomínio.

– Exija a emissão de recibo

– No documento, devem constar informações como data e horário de entrada e saída, valor a ser pago, cômodos, móveis, utensílios e eletroeletrônicos existentes e condições de conservação.

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Para alugar com segurança, é preciso cautela.

Presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto avalia que, para evitar surpresas desagradáveis ao alugar uma casa veraneio, a recomendação é fazer as negociações com a intermediação de uma imobiliária.

7 Dicas Para Valorizar Um Imóvel A Venda

O processo de colocar um imóvel a venda é muito maior do que apenas criar um anuncio em portal imobiliário e esperar os contatos. Para conseguir as melhores negociações, é preciso usar algumas técnicas que aumentem o valor este imóvel que será vendido.

O sonho de todo corretor é que todo imóvel a venda da sua carteira seja negociado pelo melhor preço possível, não é mesmo? Mas para que isso aconteça, é preciso compreender o valor desta casa, apartamento ou escritório. E mais do que isso: é preciso saber valorizar os pontos fortes da propriedade.

Valorizar um imóvel a venda é essencial, afinal, a percepção que um potencial cliente tem do espaço é o que determina o quanto ele irá considerar justo pagar. E ele não vai pagar mais do que acha que deve, assim como o proprietário não vai querer receber menos do que o valor de mercado.

O “item” que mais valoriza uma casa, claro, é a localização, mas isso não pode ser mudado. Isso não quer dizer que seja impossível mudar o valor dela e nem que para isso se gaste muito. Algumas pequenas ações podem ser mudar completamente o valor de um imóvel a venda e algumas dessas ações tem custo quase zero. Confira!

 

1. Home Staging

Se você vai em uma loja e as roupas estão todas espalhadas pelas prateleiras, bagunçadas e desorganizadas, você não perde um pouco a vontade de comprar? Com um casa ou apartamento é a mesma coisa.

Se o cliente chega em um imóvel e ele está bagunçado, cheio de objetos pessoais ou com cores extravagantes, ele pode sentir que aquele não é o lugar certo para ele. Um imóvel organizado é valorizado não apenas por sua estética, mas porque transmite a sensação de ser maior e mais aberto.

2. Use Espelhos

Se cômodos organizados deixam uma sensação de abertura, com um espelho isso é ainda maior. Utilizados por decoradores e arquitetos, os espelhos ampliam e iluminam o ambiente, que pode até “dobrar” de tamanho. Em espaços pequenos, é possível até mesmo revestir toda a parede com eles.

É preciso apenas tomar cuidado com o tipo de espelho para cada ambiente, para que ele não entre em conflito com o restante da decoração. Por exemplo: se os móveis são modernos, uma tradicional moldura dourada causará estranheza.

3. Manutenção

Todo corretor de imóveis sabe que é preciso pintar as paredes de um imóvel a venda. Olhar tomadas, torneiras e maçanetas, por exemplo, também. Mas… a dedetização está em dia? O gás da cozinha está de acordo com as leis locais.

Tomar cuidado com a manutenção de um imóvel a venda não tem propósitos apenas estéticos, mas também serve para que o potencial cliente, depois da visita, perceba que a mudança será fácil e que morar ali não irá exigir reformas ou grandes esforços.

4. Se decidir reformar, invista em melhorias de qualidade

Se o imóvel exigir grandes reformas, sugira ao proprietário que dê atenção especial às melhorias que normalmente são associadas à qualidade, como pisos de madeira e móveis embutidos. Um investimento em melhorias como essas pode aumentar e muito o valor de um imóvel no fechamento do negócio, mais do que foi gasto para essas reformas.

5. Pense na fachada

Conhece o velho ditado que diz que a porta da frente é serventia da casa? Ele é muito verdadeiro para o mercado imobiliário.

A primeira impressão é a que fica e, por isso mesmo, ter um jardim bem cuidado e uma fachada limpa e renovada faz com que o cliente perceba, logo de cara, que ele estará fazendo um investimento de qualidade.

No caso de condomínios de apartamentos, se for possível (isso depende das regras do local e da quantidade de moradores por andar), dê uma atenção especial à porta e ao hall do andar, afinal, ele acaba sendo uma extensão da nossa casa.

6. Aumente a quantidade de quartos

Quanto mais quartos, mais um imóvel a venda é valorizado. Se a casa tiver ambientes que permitam isso, aumente a quantidade de habitações. Um escritório, por exemplo, pode facilmente “ser transformado” em quarto com poucos móveis.

Lembre-se: é mais fácil o cliente enxergar potencial em um quarto para virar escritório do que ao contrário.

7. Mantenha a documentação em dia

Ao colocar uma casa ou apartamento venda, é fundamental que a documentação do imóvel esteja em pronta para isso, em dia e sem nenhuma pendência. Problemas com os documentos desvalorizam sim a negociação e faz com que muitos interessados em potencial desistam do negócio antes mesmo de ele começar.

E você, corretor de imóveis? O que você faz para valorizar ainda mais os imóveis a venda? Deixe nos comentários!

Como não errar na decoração do seu quarto

Quarto de casal

– A decoração de quarto de casal é uma das mais complexas

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De todos os ambientes de uma casa, planejar a decoração do quarto de casal é uma das mais complexas. Para começar, é preciso conciliar o gosto e as necessidades de duas pessoas, a decoração do quarto de casal simples e barato é possível, se você seguir algumas dicas.
Investir em uma boa cama de casa, seja ela box ou não, é um dos primeiros passos. Para uma decoração do quarto de casal pequeno é preciso aproveitar os espaços. Pensar no descanso e relaxamento do casal, aposte em um bom colchão, roupa de cama e enxoval bem escolhidos e, com travesseiros confortáveis.. Se espaço não é problema, a decoração de quarto de casal planejado também pode contemplar camas maiores, como a queen size, king size.

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Para ter um quarto de casa completo, não se esqueça do guarda-roupa de casal, tenha ele 2 portas ou 4 portas, o importante é manter a organização de guarda-roupas. A decoração de quarto de casal com closet também não muda muito, veja dicas de organização e mantenha sua rotina mais funcional no quarto de casal. Se espaço não é problema no quarto de casal com closet e banheiro, procure por ideias e faça você mesmo a arrumação deste ambiente.

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Os acessórios também são importantes, para decorar um quarto de casal moderno, criados mudos, com abajur, almofadas, tapetes para quarto, cortinas, persianas e até quadros e espelhos. Modelos de quartos pequenos também não ficam de fora, para a decoração de um quarto de casal jovem, basta acrescentar cores e formas ousadas e de muita personalidade.

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Se a ideia é ter uma decoração de quarto de casal romântico, as paredes também não escapam, além de escolher as melhores cores para quarto de casal, você também pode apostar numa decoração de quarto de casal mais aconchegante, com papel de parede para quarto de casal. Para não errar, não deixe de ver modelos de quarto de casal e de pesquisar para o quarto de casal feng shui.

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Aluguel de Temporada

O crescimento da demanda por aluguel de temporada está na contramão da crise. De acordo com dados do Airbnb — um dos sites de anúncios mais usados para aluguel de temporada — a renda média mensal dos anunciantes brasileiros foi de R$ 5 mil, em 2015. Como o mercado é relativamente novo no país, muitas pessoas ficam confusas sobre o que precisam para, de fato, entrarem no ramo de aluguel de temporada. O que é preciso saber? Quanto ganha? Quais são as possibilidades de crescimento profissional? É seguro? Por onde começar? Neste texto você vai ter acesso a essas respostas e também a dicas práticas de como se profissionalizar no mercado de aluguel de temporada.

O que é Aluguel de Temporada?

Quer alugar uma casa, uma chácara, um sítio, apartamento por uma noite, um castelo, barco ou cabana por uma semana ou uma casa por um mês? É disso que se trata o aluguel de temporada: pessoas que buscam hospedagem flexível, sem burocracia e por até 90 dias (previstos na Lei do Inquilinato) conectadas a quem tem um espaço ocioso para alugar.

Aluguel de Temporada dá dinheiro?

O aluguel de temporada é um caminho rápido e eficiente para aumentar a renda mensal. Para se ter uma ideia, dados do Airbnb mostram que os anfitriões brasileiros alugaram seus imóveis em 2015, em média, por 15 dias no ano, obtendo lucro de R$ 5 mil. No entanto, pode ir muito além de apenas uma renda extra no final do mês. Essa modalidade é mais rentável que o aluguel tradicional e por isso está crescendo rapidamente no Brasil.

Veja o exemplo hipotético abaixo:

Conjugado / Kitnet, 30m², boas condições em Copacabana Aluguel tradicional = R$ 1800,00 líquido por mês

 Aluguel por temporada Diária média (entre alta e baixa temporada, eventos inclusos) = R$ 220,00 Taxa de ocupação anual = 65% Receita bruta por mês = R$ 4.290,00, descontando condomínio (450), luz (120), internet (120), gás (30), IPTU (20) desgaste mobília, aparelhos elétricos (100)

Por conta própria Envolve trabalho (responder pedidos, check-in/out, faxina, enxoval, manutenção, contrato, cobrança, vistoria entrada e saída, etc) => aprox. R$ 3450,00 líquido, receita aproximadamente de 91,7% acima da locação tradicional

Por meio de uma imobiliária Cobra 25% (aproximadamente R$ 1.072,50) pela administração, serviços profissional, atendimento padronizado, nesse caso todo o trabalho e eventuais dores de cabeça ficam por conta da imobiliária => R$ 2.377,50 líquido, nestes casos a taxa de ocupação tende a ser maior, se não levarmos esse aumento em conta, mesmo assim a receita será de aproximadamente 68,08% maior.

Aluguel de Temporada é seguro?

Este modelo de aluguel é tão seguro quanto o tradicional: basta seguir as normas de segurança básicas. Saiba para quem está alugando, defina regras objetivas sobre a estadia, elabore um bom contrato e esteja presente quando possível monitorando os imóveis.

Quem pode fazer aluguel de temporada?

Na verdade, qualquer pessoa pode começar. O administrador pode ser tanto o proprietário que começa administrando imóveis de amigos e familiares como pode ser o corretor de aluguel anual que vê oportunidade de lucrar mais e se tornar autônomo. No entanto, não precisar de um grande conhecimento na área ou experiência não quer dizer que o administrador não deva buscar aprendizado continuado. O bom administrador está sempre aberto ao novo e atualiza-se permanentemente, buscando a cada dia alcançar o aprimoramento das suas estratégias. O importante é você estar atento às leis e aos credenciamentos.

O que a lei diz sobre aluguel de temporada?

Existe uma legislação específica para a locação de imóveis por temporada, que está prevista na Lei do Inquilinato. Segundo o texto, os contratos nessa modalidade podem ter no máximo 90 dias de duração. Além disso, o proprietário pode cobrar o aluguel adiantado do locatário. O contrato deve ter a assinatura de duas testemunhas, mas não precisa ser registrado em cartório de títulos e documentos. Este contrato é uma forma de proteger o proprietário do imóvel também, já que há um limite para estadia (até 90 dias) nessa modalidade e também podem ser previstas taxas, multas e obrigações que o hóspede precisa cumprir.

Ok, quero fazer aluguel de temporada! Por onde começo?

Antes de começar, você precisa saber que o cotidiano de um administrador pode variar de acordo com as ferramentas disponíveis e o acordo com os donos dos imóveis, mas as responsabilidades geralmente incluem:

  • Checagem de sites de anúncio;
  • Administração de disponibilidade e tarifas;
  • Pagamento de comissões para os sites e contas;
  • Gerenciamento de faxinas;
  • Inspeção nos imóveis antes dos hóspedes chegarem;
  • Acompanhar check-in e check-out;
  • Fechar vendas por e-mail;
  • Comunicação com hóspedes;
  • Gestão de mantimentos e compras;
  • Administração de pagamento das diárias.
  • Vistoria do imóvel no check-out
  • Prestação de Contas
  • Gestão e pagamentos das contas do imóvel
  • Comunicação com a administradora ou síndico do prédio.

 

Tenho um imóvel e quero aluga-lo para temporada, o que devo fazer?

Se você tem um imóvel e quer fazer dinheiro com ele, pode pesquisar e começar a anuncia-lo para aluga-lo, porém existem várias empresas especializadas em Aluguel de Temporada no mercado, essas empresas acumulam experiência e know-how ao longo do tempo e acabam por receber os hospedes cada vez melhor, isso gera mais locações e consequentemente mais rendimento para você proprietário, sem contar a tranquilidade que é saber que seu imóvel está sendo bem cuidado e lhe rendendo um bom dinheiro.

A Imobiliária Gabriel, unidade Brotas, está abrindo um departamento focado em Aluguel de Temporada!

Avenida Rodolpho Guimarães, 343, telefone 14 3653-1913, www.imobiliariagabriel.com

Fuja dos problemas: veja cinco maneiras de perder o controle de sua reforma

Planejamento é tudo quando o assunto é a obra de casa

Ter a casa dos sonhos é um dos principais objetivos de vida das pessoas, mas alguns cuidados devem ser tomados para que o projeto não se perca no meio da reforma.

A dica principal é: para não perder o controle da obra tenha certeza de cada passo e acompanhe melhor cada decisão. Se informe sobre o processo, acompanhe melhor os momentos críticos da obra, converse mais com o pedreiro e com os outros profissionais de mão de obra, mesmo se você já tiver um arquiteto para orientações desde o começo.

Saiba quais são as maiores armadilhas e não deixe que elas aconteçam com você.Reforma
1 – Não planejar a reforma

É muito importante ter um plano antes de começar. Você precisa saber o que quer fazer e tomar algumas decisões, especialmente as que envolvem dinheiro e tempo. Mas suas decisões devem também estar focadas em qualidade para que sua obra dê certo, para que você gaste apenas o planejado e para que a sua experiência com a obra seja boa. É na falta de planejamento que mora a maior parte dos pepinos e é por isso também que as pessoas costumam ter medo e raiva de reforma.

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2 – Contratar mão de obra no escuro

Você contratou porque o pedreiro pareceu trabalhar bem, o encanador sabia tudo de encanamento e o eletricista nunca tomou um choque na vida. Eles falaram com você em ‘obrês’ e você achou que dava pra confiar. Há duas regras básicas para não errar feio com contratação do prestador de serviço: checar as referências e entrevistá-lo antes de contratar.

A entrevista não é uma prova para testar o profissional. É mais uma conversa para ver se vocês se entendem para fazer a reforma juntos. E você precisa saber os serviços que ele vai fazer na sua casa. Se não houver entendimento antes, imagina o que vai acontecer durante a obra!

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3 – Cair na tentação do ‘só mais uma coisinha’

Não teve jeito. Você se empolgou e no meio da reforma decidiu fazer mais uma coisinha, comprar uma peça mais cara(uma pecinha só), aproveitou que o pedreiro estava lá e pediu pra colocar um sifão novo na pia, trocar a cor de uma parede do quarto, quebrar uma parede, trocar todo o piso, fazer um quarto novo, nada demais… Cuidado! O céu é o limite. Mudar e refazer gera muito desperdício de material e serviços.

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4 – Não conseguir controlar o tempo da reforma

Uma das maiores queixas de quem reforma é que ‘demorou muito mais do que o previsto’. Se for pra durar um mês vira dois. É preciso ter um cronograma realista e combinar bem as datas e prazos. Não adianta prometer o serviço em menos tempo que ele realmente pode ter. Então, se informe para saber quanto tempo cada etapa de obra requer (e não se deixe enganar, nem aceite improvisos). E coordene bem a chegada dos materiais para o pedreiro não ficar sem ter o que fazer e aproveitar esses dias pra fazer uma obra rapidinha em outro cliente.

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5 – Descobrir problemas só depois que a reforma acabou

A poeira acabou, não tem mais ninguém de fora na sua casa, tudo parece estar bem feito. Você ficou feliz porque o piso até ficou com caída para o ralo, a pintura combinou com o sofá e as tomadas ficaram retinhas na parede. Fez até um open house pra comemorar!

Mas duas semanas depois apareceu uma mancha na parede, deu curto e queimou a TV e o piso começou a trincar. Antes de começar uma obra, gaste um tempinho estudando o como ela deve ser feita e cheque passo a passo e quando finalizar teste! Tomadas, torneiras, chuveiros e exija o reparo do que for preciso.

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Outra dica é conversar com profissionais do mercado imobiliário, pode não parecer mais um bom corretor de Imóvel pode mostrar detalhes que agregue valor, pequenos ajustes podem fazer uma grande diferença numa obra

Em JAÚ e região, SIMPLIFIQUE, imobiliária gabriel é a solução

Essas e mais dicas você encontra aqui 🙂

 

Valorize seu imóvel antes de colocá-lo para alugar

 

Especialista dá cinco dicas para fazer um bom negócio

Investir em imóveis para depois colocá-los para alugar é um negócio antigo que pode ser uma ótima fonte de renda. Mas, para isso, alguns pontos de valorização devem ser levados em consideração, já que para os possíveis locatários cada detalhe será visto e isso pode levar a locação ao fracasso ou ao sucesso.

Segundo Jaques Bushatsky, diretor da Legislação do Inquilinato do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), “há 20, 30 anos, se você colocasse um ‘lixo’ para alugar, alugava. Hoje não, o locatário tem muito poder de escolha”. Assim, antes de adquirir um novo investimento, veja um ranking dos itens que podem valorizar seu negócio.imovel

1. Localização

Localização é o ponto que os locatários mais levam em consideração na hora de decidir onde morar. Mas esqueça aquela bairro calmo e bucólico, prioritariamente residencial. Bushatsky explica que, como sempre, a localização é o mais importante, mas os critérios em relação a ela mudaram consideravelmente: “As pessoas estão dispensando morar em frente uma praça pra morar de um jeito prático. Está dentro do ramo localização, mas é uma outra localização que não é aquela tradicional, um outro olhar. Que é o que a gente nota quando as pessoas escolhem o centro da cidade”.

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2. Estado interno do imóvel

Um imóvel com pintura nova e acabamento interno é um grande atrativo para quem o visita pela primeira vez. E apesar de a maioria das pessoas pensarem o contrário, a mobília só é eficaz em alguns casos. Famílias completas, que provavelmente vão morar no local por muitos anos, com certeza vão preferir escolher seus próprios móveis. Mas, de acordo com Jaques Bushatsky, a mobília é uma boa opção para jovens solteiros ou idosos: “ela é especialmente interessante se o imóvel estiver em uma região de estudantes, com universidades, porque aí resolve a vida deles”.

3. Adequação da garantia locatícia

Justamente pelo já citado poder de escolha do locatário é imprescindível que o locador esteja aberto a negociações, por mais que a garantia do fiador seja a forma mais tradicional de contrato, muitas vezes ela não é a maneira ideal para o locatário. “Pode parecer óbvio, mas um contrato é feito por duas pessoas. Portanto, é preciso que o locador tenha disponibilidade para conversar sobre que tipo de garantia será dada. Tudo precisa ser conversado de bom grado.”, é o que diz Bushatsky.

Couple dreaming new house
Couple dreaming new house

 

Procure sempre uma imobiliária de sua confiança

Em Jaú e Região, Imobiliária Gabriel

Vai dar entrada em um imóvel? Saiba o que fazer!

Valor minímo corresponde a 10% do imóvel

O financiamento imobiliário é o aliado de boa parte dos brasileiros que querem comprar um imóvel – afinal, não é fácil dispor de um grande montante de dinheiro para pagar à vista um bem tão caro quanto uma casa ou apartamento. Apesar disso, não é sempre que os bancos aceitam financiar totalmente a compra. Com isso, botar a mão no bolso no início do negócio se torna necessário, e conseguir o dinheiro da entrada acaba se tornando um dos primeiros desafios financeiros do processo.

Se preparar para pagar a entrada de um imóvel exige planejamento e um ajuste minucioso nas finanças da família. “A fase de planejamento é a mais importante na compra de um imóvel, no sentido de evitar dissabores no futuro. E o primeiro passo é definir o valor do imóvel, partindo do pressuposto que quanto maior a entrada, menor é a prestação e a provação do financiamento”, afirma Leonardo Bastos, coordenador do curso de Ciências Econômicas do Centro Universitário Newton Paiva, de Belo Horizonte.

Quanto guardar – O primeiro passo para definir quanto é preciso guardar para dar entrada em um imóvel é estimar qual a faixa de preço do bem que será comprado. Isso porque, com exceção do programa Minha Casa Minha Vida, subsidiado pelo governo federal, as linhas de crédito imobiliário do mercado estabelecem que o valor de entrada de um imóvel novo seja de pelo menos 10% do preço total do imóvel. Na prática, quem deseja comprar uma casa de R$ 300 mil precisará ter disponível pelo menos R$ 30 mil quando fechar o negócio. A entrada de um imóvel novo de R$ 400 mil seria de pelo menos R$ 40 mil e assim por diante. Essa proporção, no entanto, não é fixa. “Definindo o valor que deseja assumir como valor final do imóvel, no mínimo 15% a 20% é uma quantia razoável para dar de entrada“, aconselha o professor.

Guardar dinheiro não é fácil, mas vale a pena fazer um esforço para dar uma entrada maior do que o piso estabelecido pelo banco. Isso porque quanto maior for a entrada, menor será o valor financiado e, consequentemente, menores serão as parcelas e os juros cobrados pela instituição financeira. Vale a pena, portanto, investir mais tempo, planejamento e recursos para dar um bom valor de entrada.

Como guardar? – Organizar a finanças e ter a entrada do financiamento como compromisso de longo prazo são os passos básicos para o processo. “Esse planejamento deve ser feito levando em conta reservas atuais, saldo de FGTS e quanto deve ser acumulado para chegar ao valor desejado. Em suma um planejamento financeiro familiar“, explica Bastos.

São muitas as variáveis envolvidas (renda e hábitos da família, faixa de preço do imóvel a ser comprado, valor da entrada) que poderão fazer com que demore mais ou menos tempo para se chegar à quantia necessária. As regras básicas, no entanto, são as mesmas. “Juntar dinheiro é habito e perseverança, para se conquistar algo maior na frente. Logo, abrir mão de práticas de consumo supérfluas é o primeiro passo. Enxugue seu orçamento ao máximo. Preservando obviamente momentos de lazer, afinal ninguém é de ferro“, diz o professor.

A poupança segue como a opção mais simples, popular e segura para guardar esse dinheiro. Sua atual taxa de rendimento, no entanto, é pouco convidativa para quem, de fato, quer ver o dinheiro render. Para isso, existem investimentos em renda fixa. “Sugiro investir em aplicações que remunerem acima da inflação, como letras do tesouro nacional ou aplicações de renda fixa mais simples, por exemplo“, indica o professor.

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Lembrando que temos uma parceira com a Caixa econômica federal, e temos também corretores de plantão, prontos para lhe esclarecer qualquer uma de suas dúvidas

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Caixa anuncia novas taxas para financiamento imobiliário

 

A Caixa Econômica Federal anunciou, na última terça-feira (8), uma redução de 0,25% ao ano na taxa de juros para pessoa física. Além disso, houve a diminuição da cota mínima de financiamento dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Essa redução será aplicada em todas as linhas de financimento imobiliário.

Para os clientes que forem comprar um imóvel novo, ou na planta, cuja a construção tenha sido financiada pelo órgão, e fizeram a opção de receber o salário pelo mesmo, o banco vai oferecer taxas de juros especiais, as mesmas oferecidas aos servidores públicos. Dessa maneira, as taxas passariam de 11,22% para 9,75%, para os imóveis que se encaixam no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Já para os imóveis que se encaixam no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), cai de 12,5% ao ano para 10,75%.nova-tabela

De acordo com a Caixa, essas medidas são um reflexo da diminuição da taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia). O objetivo é auxiliar no aumento da venda de imóveis novos de construtoras parceiras e também atrair novos clientes para a insituição, com condições especiais no financiamento imobiliário.

A Caixa disponibilizou R$ 93 bilhões para o crédito habitacional, neste ano, e já aplicou R$ 66,2 bilhões. A expectativa é aplicar R$ 26,8 bilhões até o final do ano.

Apoio à construção civil

Já para o segmento de pessoa jurídica, o banco diminuiu a taxa de juros em 1% ao ano em todas as suas faixas de relacionamento. Sendo assim, as taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) passam de 14% para 13%, já as Médias e Grandes Empresas (MGE), cairam de 13,5% para 12,5%.

O banco implantou também o sistema de taxa segregada por rating, para o segmento corporativo, que visa beneficiar as empresas com alto índice de relacionamento com a instituição. Com a medida, a redução de juros, de acordo com o relacionamento, pode chegar até 1,5% ao ano. Para empresas com rating A, a taxa deve variar de 12,5% para 11%. Para empresas com rating B e C, as taxas mínimas chegarão, respectivamente, a 11,5% e 12%.

Para imóveis enquadrados no SFI, o banco modificou a remuneração do Correspondente Caixa Aqui (exceto repasses), padronizando em 1% o valor do financiamento, com limite de R$ 2 mil nas operações do FGTS e sem limite para o SBPE.

Em tempo

Além da redução de juros e taxa especial, a Caixa promoveu melhoria de condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite mínimo de financiamento no SBPE passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. A medida busca atender o mercado de unidades habitacionais nessas faixas e vale para imóveis novos e usados, dentro do SFH e SFI.

O limite do SFH para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

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