Como não errar na decoração do seu quarto

Quarto de casal

– A decoração de quarto de casal é uma das mais complexas

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De todos os ambientes de uma casa, planejar a decoração do quarto de casal é uma das mais complexas. Para começar, é preciso conciliar o gosto e as necessidades de duas pessoas, a decoração do quarto de casal simples e barato é possível, se você seguir algumas dicas.
Investir em uma boa cama de casa, seja ela box ou não, é um dos primeiros passos. Para uma decoração do quarto de casal pequeno é preciso aproveitar os espaços. Pensar no descanso e relaxamento do casal, aposte em um bom colchão, roupa de cama e enxoval bem escolhidos e, com travesseiros confortáveis.. Se espaço não é problema, a decoração de quarto de casal planejado também pode contemplar camas maiores, como a queen size, king size.

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Para ter um quarto de casa completo, não se esqueça do guarda-roupa de casal, tenha ele 2 portas ou 4 portas, o importante é manter a organização de guarda-roupas. A decoração de quarto de casal com closet também não muda muito, veja dicas de organização e mantenha sua rotina mais funcional no quarto de casal. Se espaço não é problema no quarto de casal com closet e banheiro, procure por ideias e faça você mesmo a arrumação deste ambiente.

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Os acessórios também são importantes, para decorar um quarto de casal moderno, criados mudos, com abajur, almofadas, tapetes para quarto, cortinas, persianas e até quadros e espelhos. Modelos de quartos pequenos também não ficam de fora, para a decoração de um quarto de casal jovem, basta acrescentar cores e formas ousadas e de muita personalidade.

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Se a ideia é ter uma decoração de quarto de casal romântico, as paredes também não escapam, além de escolher as melhores cores para quarto de casal, você também pode apostar numa decoração de quarto de casal mais aconchegante, com papel de parede para quarto de casal. Para não errar, não deixe de ver modelos de quarto de casal e de pesquisar para o quarto de casal feng shui.

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Aluguel de Temporada

O crescimento da demanda por aluguel de temporada está na contramão da crise. De acordo com dados do Airbnb — um dos sites de anúncios mais usados para aluguel de temporada — a renda média mensal dos anunciantes brasileiros foi de R$ 5 mil, em 2015. Como o mercado é relativamente novo no país, muitas pessoas ficam confusas sobre o que precisam para, de fato, entrarem no ramo de aluguel de temporada. O que é preciso saber? Quanto ganha? Quais são as possibilidades de crescimento profissional? É seguro? Por onde começar? Neste texto você vai ter acesso a essas respostas e também a dicas práticas de como se profissionalizar no mercado de aluguel de temporada.

O que é Aluguel de Temporada?

Quer alugar uma casa, uma chácara, um sítio, apartamento por uma noite, um castelo, barco ou cabana por uma semana ou uma casa por um mês? É disso que se trata o aluguel de temporada: pessoas que buscam hospedagem flexível, sem burocracia e por até 90 dias (previstos na Lei do Inquilinato) conectadas a quem tem um espaço ocioso para alugar.

Aluguel de Temporada dá dinheiro?

O aluguel de temporada é um caminho rápido e eficiente para aumentar a renda mensal. Para se ter uma ideia, dados do Airbnb mostram que os anfitriões brasileiros alugaram seus imóveis em 2015, em média, por 15 dias no ano, obtendo lucro de R$ 5 mil. No entanto, pode ir muito além de apenas uma renda extra no final do mês. Essa modalidade é mais rentável que o aluguel tradicional e por isso está crescendo rapidamente no Brasil.

Veja o exemplo hipotético abaixo:

Conjugado / Kitnet, 30m², boas condições em Copacabana Aluguel tradicional = R$ 1800,00 líquido por mês

 Aluguel por temporada Diária média (entre alta e baixa temporada, eventos inclusos) = R$ 220,00 Taxa de ocupação anual = 65% Receita bruta por mês = R$ 4.290,00, descontando condomínio (450), luz (120), internet (120), gás (30), IPTU (20) desgaste mobília, aparelhos elétricos (100)

Por conta própria Envolve trabalho (responder pedidos, check-in/out, faxina, enxoval, manutenção, contrato, cobrança, vistoria entrada e saída, etc) => aprox. R$ 3450,00 líquido, receita aproximadamente de 91,7% acima da locação tradicional

Por meio de uma imobiliária Cobra 25% (aproximadamente R$ 1.072,50) pela administração, serviços profissional, atendimento padronizado, nesse caso todo o trabalho e eventuais dores de cabeça ficam por conta da imobiliária => R$ 2.377,50 líquido, nestes casos a taxa de ocupação tende a ser maior, se não levarmos esse aumento em conta, mesmo assim a receita será de aproximadamente 68,08% maior.

Aluguel de Temporada é seguro?

Este modelo de aluguel é tão seguro quanto o tradicional: basta seguir as normas de segurança básicas. Saiba para quem está alugando, defina regras objetivas sobre a estadia, elabore um bom contrato e esteja presente quando possível monitorando os imóveis.

Quem pode fazer aluguel de temporada?

Na verdade, qualquer pessoa pode começar. O administrador pode ser tanto o proprietário que começa administrando imóveis de amigos e familiares como pode ser o corretor de aluguel anual que vê oportunidade de lucrar mais e se tornar autônomo. No entanto, não precisar de um grande conhecimento na área ou experiência não quer dizer que o administrador não deva buscar aprendizado continuado. O bom administrador está sempre aberto ao novo e atualiza-se permanentemente, buscando a cada dia alcançar o aprimoramento das suas estratégias. O importante é você estar atento às leis e aos credenciamentos.

O que a lei diz sobre aluguel de temporada?

Existe uma legislação específica para a locação de imóveis por temporada, que está prevista na Lei do Inquilinato. Segundo o texto, os contratos nessa modalidade podem ter no máximo 90 dias de duração. Além disso, o proprietário pode cobrar o aluguel adiantado do locatário. O contrato deve ter a assinatura de duas testemunhas, mas não precisa ser registrado em cartório de títulos e documentos. Este contrato é uma forma de proteger o proprietário do imóvel também, já que há um limite para estadia (até 90 dias) nessa modalidade e também podem ser previstas taxas, multas e obrigações que o hóspede precisa cumprir.

Ok, quero fazer aluguel de temporada! Por onde começo?

Antes de começar, você precisa saber que o cotidiano de um administrador pode variar de acordo com as ferramentas disponíveis e o acordo com os donos dos imóveis, mas as responsabilidades geralmente incluem:

  • Checagem de sites de anúncio;
  • Administração de disponibilidade e tarifas;
  • Pagamento de comissões para os sites e contas;
  • Gerenciamento de faxinas;
  • Inspeção nos imóveis antes dos hóspedes chegarem;
  • Acompanhar check-in e check-out;
  • Fechar vendas por e-mail;
  • Comunicação com hóspedes;
  • Gestão de mantimentos e compras;
  • Administração de pagamento das diárias.
  • Vistoria do imóvel no check-out
  • Prestação de Contas
  • Gestão e pagamentos das contas do imóvel
  • Comunicação com a administradora ou síndico do prédio.

 

Tenho um imóvel e quero aluga-lo para temporada, o que devo fazer?

Se você tem um imóvel e quer fazer dinheiro com ele, pode pesquisar e começar a anuncia-lo para aluga-lo, porém existem várias empresas especializadas em Aluguel de Temporada no mercado, essas empresas acumulam experiência e know-how ao longo do tempo e acabam por receber os hospedes cada vez melhor, isso gera mais locações e consequentemente mais rendimento para você proprietário, sem contar a tranquilidade que é saber que seu imóvel está sendo bem cuidado e lhe rendendo um bom dinheiro.

A Imobiliária Gabriel, unidade Brotas, está abrindo um departamento focado em Aluguel de Temporada!

Avenida Rodolpho Guimarães, 343, telefone 14 3653-1913, www.imobiliariagabriel.com

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Fuja dos problemas: veja cinco maneiras de perder o controle de sua reforma

Planejamento é tudo quando o assunto é a obra de casa

Ter a casa dos sonhos é um dos principais objetivos de vida das pessoas, mas alguns cuidados devem ser tomados para que o projeto não se perca no meio da reforma.

A dica principal é: para não perder o controle da obra tenha certeza de cada passo e acompanhe melhor cada decisão. Se informe sobre o processo, acompanhe melhor os momentos críticos da obra, converse mais com o pedreiro e com os outros profissionais de mão de obra, mesmo se você já tiver um arquiteto para orientações desde o começo.

Saiba quais são as maiores armadilhas e não deixe que elas aconteçam com você.Reforma
1 – Não planejar a reforma

É muito importante ter um plano antes de começar. Você precisa saber o que quer fazer e tomar algumas decisões, especialmente as que envolvem dinheiro e tempo. Mas suas decisões devem também estar focadas em qualidade para que sua obra dê certo, para que você gaste apenas o planejado e para que a sua experiência com a obra seja boa. É na falta de planejamento que mora a maior parte dos pepinos e é por isso também que as pessoas costumam ter medo e raiva de reforma.

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2 – Contratar mão de obra no escuro

Você contratou porque o pedreiro pareceu trabalhar bem, o encanador sabia tudo de encanamento e o eletricista nunca tomou um choque na vida. Eles falaram com você em ‘obrês’ e você achou que dava pra confiar. Há duas regras básicas para não errar feio com contratação do prestador de serviço: checar as referências e entrevistá-lo antes de contratar.

A entrevista não é uma prova para testar o profissional. É mais uma conversa para ver se vocês se entendem para fazer a reforma juntos. E você precisa saber os serviços que ele vai fazer na sua casa. Se não houver entendimento antes, imagina o que vai acontecer durante a obra!

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3 – Cair na tentação do ‘só mais uma coisinha’

Não teve jeito. Você se empolgou e no meio da reforma decidiu fazer mais uma coisinha, comprar uma peça mais cara(uma pecinha só), aproveitou que o pedreiro estava lá e pediu pra colocar um sifão novo na pia, trocar a cor de uma parede do quarto, quebrar uma parede, trocar todo o piso, fazer um quarto novo, nada demais… Cuidado! O céu é o limite. Mudar e refazer gera muito desperdício de material e serviços.

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4 – Não conseguir controlar o tempo da reforma

Uma das maiores queixas de quem reforma é que ‘demorou muito mais do que o previsto’. Se for pra durar um mês vira dois. É preciso ter um cronograma realista e combinar bem as datas e prazos. Não adianta prometer o serviço em menos tempo que ele realmente pode ter. Então, se informe para saber quanto tempo cada etapa de obra requer (e não se deixe enganar, nem aceite improvisos). E coordene bem a chegada dos materiais para o pedreiro não ficar sem ter o que fazer e aproveitar esses dias pra fazer uma obra rapidinha em outro cliente.

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5 – Descobrir problemas só depois que a reforma acabou

A poeira acabou, não tem mais ninguém de fora na sua casa, tudo parece estar bem feito. Você ficou feliz porque o piso até ficou com caída para o ralo, a pintura combinou com o sofá e as tomadas ficaram retinhas na parede. Fez até um open house pra comemorar!

Mas duas semanas depois apareceu uma mancha na parede, deu curto e queimou a TV e o piso começou a trincar. Antes de começar uma obra, gaste um tempinho estudando o como ela deve ser feita e cheque passo a passo e quando finalizar teste! Tomadas, torneiras, chuveiros e exija o reparo do que for preciso.

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Outra dica é conversar com profissionais do mercado imobiliário, pode não parecer mais um bom corretor de Imóvel pode mostrar detalhes que agregue valor, pequenos ajustes podem fazer uma grande diferença numa obra

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Essas e mais dicas você encontra aqui 🙂

 

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Valorize seu imóvel antes de colocá-lo para alugar

 

Especialista dá cinco dicas para fazer um bom negócio

Investir em imóveis para depois colocá-los para alugar é um negócio antigo que pode ser uma ótima fonte de renda. Mas, para isso, alguns pontos de valorização devem ser levados em consideração, já que para os possíveis locatários cada detalhe será visto e isso pode levar a locação ao fracasso ou ao sucesso.

Segundo Jaques Bushatsky, diretor da Legislação do Inquilinato do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), “há 20, 30 anos, se você colocasse um ‘lixo’ para alugar, alugava. Hoje não, o locatário tem muito poder de escolha”. Assim, antes de adquirir um novo investimento, veja um ranking dos itens que podem valorizar seu negócio.imovel

1. Localização

Localização é o ponto que os locatários mais levam em consideração na hora de decidir onde morar. Mas esqueça aquela bairro calmo e bucólico, prioritariamente residencial. Bushatsky explica que, como sempre, a localização é o mais importante, mas os critérios em relação a ela mudaram consideravelmente: “As pessoas estão dispensando morar em frente uma praça pra morar de um jeito prático. Está dentro do ramo localização, mas é uma outra localização que não é aquela tradicional, um outro olhar. Que é o que a gente nota quando as pessoas escolhem o centro da cidade”.

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2. Estado interno do imóvel

Um imóvel com pintura nova e acabamento interno é um grande atrativo para quem o visita pela primeira vez. E apesar de a maioria das pessoas pensarem o contrário, a mobília só é eficaz em alguns casos. Famílias completas, que provavelmente vão morar no local por muitos anos, com certeza vão preferir escolher seus próprios móveis. Mas, de acordo com Jaques Bushatsky, a mobília é uma boa opção para jovens solteiros ou idosos: “ela é especialmente interessante se o imóvel estiver em uma região de estudantes, com universidades, porque aí resolve a vida deles”.

3. Adequação da garantia locatícia

Justamente pelo já citado poder de escolha do locatário é imprescindível que o locador esteja aberto a negociações, por mais que a garantia do fiador seja a forma mais tradicional de contrato, muitas vezes ela não é a maneira ideal para o locatário. “Pode parecer óbvio, mas um contrato é feito por duas pessoas. Portanto, é preciso que o locador tenha disponibilidade para conversar sobre que tipo de garantia será dada. Tudo precisa ser conversado de bom grado.”, é o que diz Bushatsky.

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Procure sempre uma imobiliária de sua confiança

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Vai dar entrada em um imóvel? Saiba o que fazer!

Valor minímo corresponde a 10% do imóvel

O financiamento imobiliário é o aliado de boa parte dos brasileiros que querem comprar um imóvel – afinal, não é fácil dispor de um grande montante de dinheiro para pagar à vista um bem tão caro quanto uma casa ou apartamento. Apesar disso, não é sempre que os bancos aceitam financiar totalmente a compra. Com isso, botar a mão no bolso no início do negócio se torna necessário, e conseguir o dinheiro da entrada acaba se tornando um dos primeiros desafios financeiros do processo.

Se preparar para pagar a entrada de um imóvel exige planejamento e um ajuste minucioso nas finanças da família. “A fase de planejamento é a mais importante na compra de um imóvel, no sentido de evitar dissabores no futuro. E o primeiro passo é definir o valor do imóvel, partindo do pressuposto que quanto maior a entrada, menor é a prestação e a provação do financiamento”, afirma Leonardo Bastos, coordenador do curso de Ciências Econômicas do Centro Universitário Newton Paiva, de Belo Horizonte.

Quanto guardar – O primeiro passo para definir quanto é preciso guardar para dar entrada em um imóvel é estimar qual a faixa de preço do bem que será comprado. Isso porque, com exceção do programa Minha Casa Minha Vida, subsidiado pelo governo federal, as linhas de crédito imobiliário do mercado estabelecem que o valor de entrada de um imóvel novo seja de pelo menos 10% do preço total do imóvel. Na prática, quem deseja comprar uma casa de R$ 300 mil precisará ter disponível pelo menos R$ 30 mil quando fechar o negócio. A entrada de um imóvel novo de R$ 400 mil seria de pelo menos R$ 40 mil e assim por diante. Essa proporção, no entanto, não é fixa. “Definindo o valor que deseja assumir como valor final do imóvel, no mínimo 15% a 20% é uma quantia razoável para dar de entrada“, aconselha o professor.

Guardar dinheiro não é fácil, mas vale a pena fazer um esforço para dar uma entrada maior do que o piso estabelecido pelo banco. Isso porque quanto maior for a entrada, menor será o valor financiado e, consequentemente, menores serão as parcelas e os juros cobrados pela instituição financeira. Vale a pena, portanto, investir mais tempo, planejamento e recursos para dar um bom valor de entrada.

Como guardar? – Organizar a finanças e ter a entrada do financiamento como compromisso de longo prazo são os passos básicos para o processo. “Esse planejamento deve ser feito levando em conta reservas atuais, saldo de FGTS e quanto deve ser acumulado para chegar ao valor desejado. Em suma um planejamento financeiro familiar“, explica Bastos.

São muitas as variáveis envolvidas (renda e hábitos da família, faixa de preço do imóvel a ser comprado, valor da entrada) que poderão fazer com que demore mais ou menos tempo para se chegar à quantia necessária. As regras básicas, no entanto, são as mesmas. “Juntar dinheiro é habito e perseverança, para se conquistar algo maior na frente. Logo, abrir mão de práticas de consumo supérfluas é o primeiro passo. Enxugue seu orçamento ao máximo. Preservando obviamente momentos de lazer, afinal ninguém é de ferro“, diz o professor.

A poupança segue como a opção mais simples, popular e segura para guardar esse dinheiro. Sua atual taxa de rendimento, no entanto, é pouco convidativa para quem, de fato, quer ver o dinheiro render. Para isso, existem investimentos em renda fixa. “Sugiro investir em aplicações que remunerem acima da inflação, como letras do tesouro nacional ou aplicações de renda fixa mais simples, por exemplo“, indica o professor.

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Lembrando que temos uma parceira com a Caixa econômica federal, e temos também corretores de plantão, prontos para lhe esclarecer qualquer uma de suas dúvidas

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Caixa anuncia novas taxas para financiamento imobiliário

 

A Caixa Econômica Federal anunciou, na última terça-feira (8), uma redução de 0,25% ao ano na taxa de juros para pessoa física. Além disso, houve a diminuição da cota mínima de financiamento dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Essa redução será aplicada em todas as linhas de financimento imobiliário.

Para os clientes que forem comprar um imóvel novo, ou na planta, cuja a construção tenha sido financiada pelo órgão, e fizeram a opção de receber o salário pelo mesmo, o banco vai oferecer taxas de juros especiais, as mesmas oferecidas aos servidores públicos. Dessa maneira, as taxas passariam de 11,22% para 9,75%, para os imóveis que se encaixam no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Já para os imóveis que se encaixam no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), cai de 12,5% ao ano para 10,75%.nova-tabela

De acordo com a Caixa, essas medidas são um reflexo da diminuição da taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia). O objetivo é auxiliar no aumento da venda de imóveis novos de construtoras parceiras e também atrair novos clientes para a insituição, com condições especiais no financiamento imobiliário.

A Caixa disponibilizou R$ 93 bilhões para o crédito habitacional, neste ano, e já aplicou R$ 66,2 bilhões. A expectativa é aplicar R$ 26,8 bilhões até o final do ano.

Apoio à construção civil

Já para o segmento de pessoa jurídica, o banco diminuiu a taxa de juros em 1% ao ano em todas as suas faixas de relacionamento. Sendo assim, as taxas para Micro e Pequenas Empresas (MPE) passam de 14% para 13%, já as Médias e Grandes Empresas (MGE), cairam de 13,5% para 12,5%.

O banco implantou também o sistema de taxa segregada por rating, para o segmento corporativo, que visa beneficiar as empresas com alto índice de relacionamento com a instituição. Com a medida, a redução de juros, de acordo com o relacionamento, pode chegar até 1,5% ao ano. Para empresas com rating A, a taxa deve variar de 12,5% para 11%. Para empresas com rating B e C, as taxas mínimas chegarão, respectivamente, a 11,5% e 12%.

Para imóveis enquadrados no SFI, o banco modificou a remuneração do Correspondente Caixa Aqui (exceto repasses), padronizando em 1% o valor do financiamento, com limite de R$ 2 mil nas operações do FGTS e sem limite para o SBPE.

Em tempo

Além da redução de juros e taxa especial, a Caixa promoveu melhoria de condições no financiamento de imóveis para pessoa física. O limite mínimo de financiamento no SBPE passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. A medida busca atender o mercado de unidades habitacionais nessas faixas e vale para imóveis novos e usados, dentro do SFH e SFI.

O limite do SFH para imóvel residencial é R$ 650 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde é de R$ 750 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

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Aluguel sem fiador? Conheça as vantagens do Seguro Fiança Locatícia

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Fonte: CNN Turk.

Muita gente não sabe, mas hoje é possível alugar um imóvel sem precisar de fiador. A imagem desse indivíduo, que serve como garantia ao dono da propriedade, tem se tornado cada vez mais rara, o que somado à falta de tempo em encontrar uma “boa alma”, fez do Seguro Fiança Locatícia a solução ideal para quem precisa de um lugar onde morar sem enrolação.

Previsto em lei, o serviço pode ser contratado para fins residenciais, comerciais e não residenciais. Nessa modalidade, também conhecida como Seguro Aluguel, é uma corretora quem desempenha a função do fiador. Assim, após a aprovação do crédito do inquilino, a empresa assume a responsabilidade de pagar o aluguel diretamente ao locador caso o contratante não o faça.

Quem define a abrangência da cobertura é o responsável pelo imóvel. No entanto, o interessado pode se informar sobre as proteções a fim de negociá-las. O custo oscila entre uma a duas vezes e meia o valor do aluguel. A variação depende de fatores como a seguradora, as coberturas contratadas e o perfil do locatário.

Trata-se de uma medida altamente pertinente, que pode facilitar a vida de todos os envolvidos. Saiba mais a seguir.

Vantagens do Seguro Fiança Locatícia

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Fonte: CNN Turk.

Neste tipo de negócio não é somente o inquilino que se beneficia. Os proprietários dos imóveis e até as próprias imobiliárias saem ganhando.

Vantagens para o locatário

  • Maior flexibilidade na aceitação de sua proposta;
  • Agilidade na aprovação do contrato de locação;
  • Possibilidade de parcelar o valor do prêmio em vários meses;
  • Possibilidade de ter assistência jurídica da seguradora;
  • Sem necessidade de desembolsar o equivalente a 3 vezes o valor mensal do aluguel, como acontece na caução;
  • Economia de tempo e independência para começar o negócio;
  • Fim da preocupação e do constrangimento em encontrar um fiador.

Vantagens para o proprietário

  • Processo de locação mais rápido;
  • Garantia do recebimento do aluguel e encargos;
  • Agilidade no recebimento dos ressarcimentos cabíveis;
  • Possibilidade de coberturas adicionais;
  • Maior segurança sobre o imóvel;
  • Apoio (da seguradora) em casos de ações judiciais.
  • Tranquilidade por saber que o negócio está nas mãos de profissionais capacitados.

Vantagens para a imobiliária

  • Certeza do recebimento do aluguel;
  • Processo de locação mais rápido;
  • Menos trabalho, uma vez que as análises necessárias são feitas pela seguradora;
  • Redução de custos na operação;
  • Maior possibilidade de fechar negócio.

Seguro Fiança Locatícia com condições especiais

Está sem fiador para alugar o imóvel que precisa? Não se preocupe!

Confira as condições imperdíveis da Imobiliária Gabriel para o Seguro Fiança Locatícia:

  • Valor: Aproximadamente 1 aluguel anual dividido em 11 vezes. Se o aluguel for de R$ 800,00, por exemplo, haverá um adicional (aproximado) de R$ 70,00 mensais do seguro, somando, então, apenas R$ 870,00.
  • Vale destacar que, pelo mesmo serviço, o mercado costuma cobrar até 2,5 (duas vezes e meia) a mais sobre o valor do aluguel. Seguindo o exemplo, ele sairia de R$ 800,00 para cerca de R$ 981,00.
  • Benefícios: Descontos em espetáculos culturais e assistência de qualidade em manutenção (desconto em transportadoras conveniadas; vidraceiro; chaveiro 24 horas; limpeza de caixa d’água; reparos de eletrodomésticos da linha branca; instalações diversas como varal, prateleira, cortina e ventilador de teto) – tudo isso antes mesmo de você ter se mudado para o imóvel alugado!

Aproveite esta oportunidade única!

Para mais informações basta entrar em contato conosco.

Referências: Tudo Sobre Seguros, InfoMoney, MoneyGuru.

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Financiamento: O que é e como calcular o INCC?

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Fonte: Asia Pacific Group.

Vai comprar um imóvel na planta e já tem o dinheiro todo para fazer o pagamento à vista? Ótimo! Neste caso você não precisa se preocupar com o INCC. Porém, se optar pelo financiamento, então essa pequena sigla passa a ser um fator de extrema relevância. É comum que muitos compradores a desprezem e depois tenham surpresas desagradáveis nas parcelas.

Bem, mas isso não acontecerá com você, porque hoje você vai entender direito sobre este assunto, inclusive saberá qual cálculo deve ser realizado para prever os valores adicionais que podem incidir nas quantias financiadas.

Faça um negócio consciente e evite dores de cabeça!

O que é INCC?

Calculado mensalmente pela FGV – Fundação Getulio Vargas, o Índice Nacional de Custos da Construção é utilizado como base para calcular os reajustes nos valores dos imóveis habitacionais em construção. Tais reajustes acontecem porque os preços dos materiais, mão de obra e matéria prima sempre sofrem alterações ao longo do tempo. Assim, a obra tem de acompanhar esse movimento.

De forma resumida, o índice nada mais é do que a inflação sentida pelas construtoras. Logo, é crucial observar que o valor do montante final do imóvel não será igual aquele contido no momento da assinatura do contrato de compra.

Por isso é tão importante planejar o seu financiamento. Só assim é possível ter certeza de que realmente você poderá (ou não) arcar com as despesas geradas.

VEJA TAMBÉM:

+ Dicas para investir em imóveis

+ Como agir com as prestações atrasadas do financiamento

+ 5 cuidados ao comprar um imóvel na planta

Como calcular o INCC?

Para fazer esse planejamento é preciso calcular as incidências do INCC sobre as mensalidades do seu imóvel. Veja um exemplo:

  • Valor total do imóvel: R$300.000,00
  • Valor de entrada: R$100.000,00
  • Valor financiado: R$200.000,00
  • Valor das parcelas: 200 parcelas de R$1.000,00 (sem considerar cobrança de juros bancários e outros encargos)

Considere a seguinte tabela:

  • Jan/2015: 0,70%
  • Dez/204: 0,25%
  • Nov/2014: 0,30%
  • Out/2014: 0,30%

Geralmente, o reajuste é baseado no índice de 2 meses atrás. Então, considere:

  • Mês de pagamento: Fev/2015
  • Mês de referência: Dez/2014
  • INCC de dezembro: 0,25%
  • Essa porcentagem será calculada sobre os R$200 mil
  • Saldo devedor: montante totalizará R$200.500,00
  • Parcelas: também sofrem aumento e ficam em R$1002,50
  • Após pagamento da primeira mensalidade: R$200.500,00 – R$1002,50 = R$ 199.497,50

Indo para o próximo mês, temos:

  • Mês de pagamento: Mar/2015
  • Mês de referência: Jan/2015
  • INCC de janeiro: 0,70%
  • Essa porcentagem será calculada sobre os R$199.497,50
  • Saldo devedor: montante totalizará R$200.893,98
  • Parcelas: sofrem aumento e ficam em R$1009,52
  • Após pagamento da segunda mensalidade: R$200.893,98 – R$1009,52 = R$ 199.884,46

Como pôde ser notado, o reajuste é feito sobre o saldo devedor e não sobre o valor total do imóvel. A cobrança segue até a quitação ou término da obra.

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Custos para comprar um imóvel: ITBI e Registro

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Fonte: LesFurets.com.

Não, a compra de um imóvel não se limita a quitar o preço apresentado ou financiado. Infelizmente há outros custos que entram em jogo na hora de ter a casa própria. Portanto, é altamente aconselhável estar atento à questão e preparar uma reserva a fim de não ser pego de surpresa.

Quando o assunto mexe com o bolso é melhor ficar de olhos abertos. A ideia é que você realize um sonho e não viva um pesadelo repentino. Nesse sentido, saber quais são as despesas adicionais, comuns ao processo, é algo de extrema relevância.

A quantidade de documentos e outras burocracias pelos quais é necessário pagar pode variar de município para município e de estado para estado. Hoje, no entanto, você vai ficar por dentro do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis e do Registro do Imóvel.

O que é o ITBI?

Imposto de Transmissão de Bens Imóveis é um tributo de competência municipal, ou seja, cobrado pela prefeitura de cada cidade – por isso sofre variações, mas, em geral, custa em torno de 2% do valor da casa ou apartamento. A quantia a ser contemplada é calculada com base na alíquota do imposto (determinada pelos municípios) e no valor venal do imóvel (preço de mercado).

É válido tanto para vendas, quanto para trocas. Não é cobrado em caso de herança ou doação e também não incide sobre a primeira aquisição de imóvel, Programa Minha Casa Minha Vida e unidades habitacionais financiadas pelo Fundo Municipal de Habitação.

O pagamento do ITBI só pode ser feito em uma única parcela e deve ocorrer no momento da ocasião da lavratura da escritura pública ou do registro da escritura, a depender da legislação municipal. Depois da impressão da guia, ele pode ser pago em qualquer agência bancária da rede conveniada para receber o tributo.

O que é o Registro de Imóvel?

Após ter pago o ITBI e já possuir a escritura em mãos, é hora de registrar o imóvel. O registro é o ato cartorial que declara quem é o proprietário formal e legal do bem em questão. Ele também registra se a propriedade está sendo transmitida de uma pessoa para outra.

O valor deste documento engloba a soma de várias taxas que variam de estado para estado, além de levar em conta o preço do imóvel. Neste link é possível conferir a tabela válida para São Paulo.

Faça suas contas e reserve um fundo para arcar com esses gastos. No final, vai dar tudo certo com um bom planejamento!

Referências: Vivo Seu Dinheiro, Konkero, JurisWay, EXAME.com.

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Tudo o que você precisa saber sobre vistoria de imóveis

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Fonte: Daily Blog Story.

Nada como a casa nova! Após tanto tempo aguardando a conclusão da obra é natural que as pessoas fiquem empolgadas e queiram logo pegar as chaves. Porém, ter pressa nessa hora é a maior armadilha com relação ao investimento.

Será mesmo que foi tudo feito conforme o planejado? Será que a construtora seguiu à risca o que estava no contrato? Será que não há nenhum defeito ou problema nas instalações?

Essas e outras perguntas devem ser respondidas durante o processo de vistoria do imóvel, o qual tem de ser realizado com tranquilidade, minúcia e planejamento. Há muitos pontos a serem analisados e, além dos detalhes, a euforia do momento é capaz de prejudicar significativamente a análise do futuro morador.

Dessa maneira, é melhor manter a calma e, sobretudo, buscar se preparar para a ocasião. Mas não se preocupe, você não está sozinho! Hoje nós vamos apresentar tudo o que você precisa saber sobre vistoria de imóveis.

Vem com a gente!

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Agendamento da vistoria

É altamente aconselhável agendar a vistoria para um dia em que se tiver tempo de sobra para realizar uma análise atenta e crítica. Evite datas com muitos afazeres ou horários apertados. Opte pela tranquilidade. 

Ajuda profissional

Mesmo com um checklist cuidadoso, é difícil identificar sozinho questões de cunho técnico que possam apresentar, ou vir a apresentar, problemas na casa. Por isso, a melhor saída é estar acompanhado de um engenheiro ou um arquiteto devidamente preparado para executar os testes necessários.

Materiais de apoio

Para fazer uma vistoria é indispensável ter em mãos o memorial descritivo do imóvel, um documento que contém todos os itens que deveriam ser entregues. Além disso, é altamente válido portar folders, anúncios e outros materiais publicitários que também contenham as promessas do negócio.

Itens de inspeção

Montar um kit com as ferramentas necessárias para a checagem do local é de grande ajuda. Inclua itens como:

  • Papel e caneta: para anotações em geral;
  • Máquina fotográfica: para dispor de um registro fotográfico;
  • Balde e mangueira: para jogar água em ambientes com ralos e testar se ela escorre adequadamente;
  • Esquadro: para verificar se chão e parede formam um ângulo certo de 90°;
  • Fita métrica: para assegurar se todas as metragens foram devidamente cumpridas;
  • Carregador de celular: para conferir se as tomadas estão funcionando corretamente;
  • Lâmpada: para testar todos os bocais e ver se a luminosidade está satisfatória;
  • Espelho: para refletir partes que estejam no alto, ou de qualquer outro modo, fora de alcance;
  • Cabo de vassoura com borracha na ponta: para sentir o assentamento do piso;
  • Calculadora: para realizar possíveis contas necessárias.

Atenção a todas as partes

A fim de não deixar nenhum detalhe passar, desenvolva a vistoria e os testes por partes:

  • Instalações hidráulicas;
  • Instalações elétricas;
  • Pintura, revestimentos e acabamentos;
  • Esquadrias (portas e janelas);
  • Piso e contrapiso;
  • Rejuntes;
  • Forro ou laje.

Se a casa ou apartamento ainda não tiver energia no momento da visita, coloque isso no termo e proponha uma nova data para checar o funcionamento elétrico.

Checklist

Ao final da vistoria elabore um checklist com tudo o que precisa ser reparado ou adequado. Não caia no erro de contar apenas com a memória! Tire uma foto da lista para ter como cópia de segurança.

Assinatura do termo

Não fique intimidado com a presença do arquiteto ou engenheiro da construtora. Verifique e anote todos os itens necessários, tire dúvidas e certifique-se que o profissional inclua no termo de vistoria as observações que você encontrou. Só assine o documento quando julgar que está tudo em ordem. 

Solicitação dos reparos

É do direito do futuro morador solicitar que os reparos no imóvel sejam feitos antes da entrega das chaves. Elas só serão disponibilizadas quando o termo estiver assinado, ou seja, quando houver completa concordância sobre suas condições. Alguns consertos podem ser feitos de imediato, enquanto outros podem demorar um pouco mais. É importante levar isso em consideração.

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